Fernando Siqueira explica sobre as 5 motos mais vendidas no país

O mercado brasileiro de motocicletas está bem representado. As principais marcas do mundo vendem seus modelos aqui pois conta com, atualmente, uma frota de 28 milhões de motocicletas. A gama de opções é ampla, somos o oitavo maior produtor de motos do mundo. Nas pequenas e grandes cidades existem motos para todos os gostos, estilos e bolsos. Para facilitar o entendimento do mercado nacional, Fernando Siqueira Carvalho lista as motos mais vendidas no Brasil.

  • Yamaha Fazer 250: A Yamaha Fazer 250 tem uma postura de pilotagem mais adequada, com um grau de curvatura no assento traseiro mais alto, o que evita o corpo deslizar sobre o piloto na frenagem. A Yamaha Fazer 250 completa cinco anos e pertence à quarta geração. Utilizando motor monocilíndrico de quatro tempos, refrigerado a ar e sistema de injeção eletrônica BlueFlex e com biocombustível, podendo fornecer 21,3 cavalos de gasolina e 21,5 cavalos de etanol como 2,1 kgfm.
  • Honda CG: figurinha marcada há quase 40 anos no país e inspirada em um visual mais esportivo, a moto conta com o sistema CBS (Combined Brake System), ao pisar no freio traseiro, o dianteiro é acionado simultaneamente. Assim, a frenagem é distribuída de modo inteligente, parando a motocicleta numa distância menor e com mais estabilidade. Fernando Siqueira Carvalho traz a curiosidade de que muitos motociclistas tiraram suas habilitações utilizando uma CG na prova.
  • Honda NXR 160: chamada carinhosamente pelos motociclistas de “brosinha”, a moto tem o destaque da possibilidade de enfrentar qualquer caminho, até mesmo os fora da estrada. Nos primeiros quilômetros, é possível comprovar as suas vantagens: facilidade de pilotagem, leveza do dispositivo, desempenho do motor e eficiência do sistema de frenagem, além de discos nas rodas traseiras. No trânsito urbano, seu fluxo é muito bom e seu desempenho reflete uma maior confiança no piloto.
  • Honda PCX 150: a scooter foi a primeira motocicleta do Brasil equipada com função de parada de marcha lenta. O sistema é inteligente, econômico e menos poluente. Quando em marcha lenta por mais de 3 segundos, ela desliga o motor e liga automaticamente após a aceleração. Fernando Siqueira Carvalho acha que mesmo em termos de praticidade, a PCX é inovadora.
  • Honda CB 250F Twister: com motor de OHC 250 cv, 4 válvulas, com injeção eletrônica PGM-FI e refrigeração a ar. Destaca-se pela economia de combustível e pela progressividade e robustez em todas as faixas de velocidade. O sistema de FlexOne é eficiente e permite escolher o tipo de combustível que prefere abastecer, além de trazer novamente as seis marchas, o que ajuda tanto nas acelerações como nas retomadas de velocidade.

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