O Dr. Marco Antonio Fortes fala sobre o diagnóstico do câncer de rim

O câncer no rim é mais frequente em até 2x nos homens e seu tipo mais comum é o câncer renal de células claras, afirma o Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes. Os rins são órgãos importantíssimos para a manutenção e equilíbrio do corpo humano, pois são responsáveis por expelir substâncias do organismo e manter o equilíbrio hídrico e de sais minerais no corpo. Além de produzir hormônios que atuam diretamente na obtenção de glóbulos vermelhos para o corpo, esses que são importantíssimos para a vitalidade humana visto que, basicamente, transportam oxigênio e expelem gás carbônico.

Primeiramente é levantado o histórico clínico e familiar do paciente. Este primeiro passo é essencial visto que, pacientes com histórico familiar que têm ou tiveram a doença von Hippel-Lindau, possuem uma tendência maior a adquirir doenças renais, por isso, se faz necessário a devida atenção à essa análise clínica.

Ademais, levantado os dados clínicos e fatores de risco do paciente, segue-se a averiguação em torno de exames pedidos pelo médico. O câncer de rim é na maioria das vezes detectado acidente mental visto que não possui sintomas tão reativos como comparados a outras doenças, por isso, por vezes é sabido através de exames na vesícula biliar, por exemplo. Dessa forma, fica evidente a importância de manter exames e consultas em dia, comenta o Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes, mestre e doutor em urologia pela Universidade de São Paulo.

Como dito acima, manter os exames clínicos e consultas em dia é, sem sombra de dúvidas, importantíssimo, pois exames de sangue e de urina podem indicar irregularidades no corpo do indivíduo. Sendo assim, novamente enfatiza-se a necessidade de manter uma rotina diária de cuidados com o corpo e a prevenção do mesmo, para que se possa esquivar ou fazer um tratamento precoce de doenças, dessa forma, obtendo resultados favoráveis no tratamento e recuperação.

Passados o estágio inicial de análise clínica, alguns exames de imagens podem ser feitos, como o raio-X, tomografia computadorizada, ressonância magnética e ultrassonografia. Realizados esses exames, se vê necessário ou não a realização de uma biópsia, a fim de determinar se o tumor é de caráter benigno ou maligno. O médico determinará o exame melhor indicado para o paciente, afirma o Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes, um dos autores do livro Urologia Minimamente Invasiva.

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